Ungulani Ba Ka Khosa: a África que o Brasil não conhece

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Publicado segunda-feira, 29 de agosto de 2011 as 16:41, por: cdb

30.08.2011 

Adelto Gonçalves (*)

                                                           I

Enquanto as universidades e editoras portuguesas e brasileiras, praticamente, só estudam e publicam autores africanos lusodescendentes – com as exceções de praxe, na área editorial, como a Editorial Caminho, de Lisboa, que tem tradição na área -, pouco se lê sobre romancistas, contistas e poetas africanos autóctones ou mestiços que utilizam a Língua Portuguesa como meio de expressão. E, no entanto, em poucos anos, se a Língua Portuguesa – a língua do invasor e do colonizador – quiser sobreviver no continente africano – e com ela todo o legado lusófono -, será mesmo dos autores autóctones que dependerá.