UMS da Marambaia identifica casos de virose do beijo

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Publicado sexta-feira, 9 de março de 2012 as 14:20, por: cdb

Anaíza Nobre Pontes-Ascom Sesma/Fotos: Arquivo Comus

Você sabia que a virose também pode ser adquirida por meio de um beijo? O nome definido como Mononucleose infecciosa, conhecida por doença do beijo, confunde quando uma pessoa procura uma unidade de saúde com a suspeita de uma simplkes virose. Casos da doença e da virose comum estão sendo percebidos na Unidade Municipal de Saúde da Marambaia, administrada pela Prefeitura de Belém.

Segundo o médico clínico geral Jhonatan Soares, que atende na unidade de saúde, a doença do beijo é uma infecção adquirida pelo contato de saliva contaminada pelo vírus, com a mucosa da boca e da garganta da pessoa que não teve contato anterior com este germe. “Os sintomas são mal-estar, dor de cabeça e de garganta, aumento de gânglios ou ínguas localizadas no pescoço ou generalizadas”, disse Jhonatan.

O médico explicou ainda que a doença do beijo pode ser diferenciada em relação às viroses comuns. “A virose comum é identificada pela infecção das vias aéreas, como o nariz escorrendo, espirros, tosses, cansaço, dor de cabeça, febre, entre outros sintomas. Para este quadro clínico, a recomendação é bastante líquido, repouso e uso contínuo da medicação prescrita pelo médico.

O período chuvoso é responsável pelo aumento no número de atendimentos em hospitais e postos de saúde na capital. Em Belém, somente na Unidade Municipal de Saúde da Marambaia, em média por dia, mais de 550 pacientes são atendidos. Desse total, 80%, cerca de 400, são provenientes dos atendimentos relacionados às viroses.

O diretor da unidade, Marcos Rêgo, explicou que no horário diurno, que corresponde à manhã e tarde, os atendimentos no setor de urgência chegam a 350 por dia, e o plantão da noite completa o total de 550 pacientes. “A procura pelo atendimento emergencial está sendo grande, não só pelos mais variados tipos de virose, como também pela dengue”, finalizou Rêgo.