Trabalhadores fazem paralisação de 24 horas no Distrito Federal

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Publicado quinta-feira, 24 de setembro de 2015 as 13:27, por: cdb

Por Redação, com ABr – de Brasília:

Servidores públicos do Distrito Federal participaram de ato que marca uma paralisação geral de 24 horas na capital federal. Representantes de diversos setores, incluindo saúde, educação e departamento de trânsito, ocupam praticamente toda a Praça do Buriti, localizada em frente ao Palácio do Buriti (sede do governo local).

O trânsito no centro da cidade está lento. A Polícia Militar do Distrito Federal ainda não tem uma estimativa do número de manifestantes. A expectativa dos sindicatos e movimentos que lideram o ato é que pelo menos 10 mil pessoas passem pelo local. Com a paralisação, serviços de saúde e nas escolas foram interrompidos.

Servidores públicos do Distrito Federal participaram de ato que marca uma paralisação geral de 24 horas na capital federal
Servidores públicos do Distrito Federal participaram de ato que marca uma paralisação geral de 24 horas na capital federal

Segundo o diretor do Sindicato dos Servidores Públicos Civis da Administração Direta, Autarquias, Fundações e Tribunal de Contas do Distrito Federal (Sindireta) e da Nova Central Sindical, Luiz Gonzaga de Negreiros, a principal demanda dos trabalhadores trata do reajuste salarial. “Esse movimento é para dizer não a um governador que não quer cumprir uma lei totalmente respaldada para conceder reajuste aos servidores. Não é nem reajuste, é uma reposição salarial já acordada em três parcelas”, explicou.

Líderes dos sindicatos estão reunidos neste momento com o governador do Distrito Federal, Rodrigo Rollemberg. O encontro, segundo os manifestantes, foi proposto pelo próprio governo há cerca de uma hora.

No início do mês, o governo do Distrito Federal anunciou um pacote de medidas para tentar equilibrar as contas, entre elas a suspensão do reajuste salarial de diversas categorias previsto para este semestre. De acordo com o governo local, os aumentos representariam gasto extra de R$ 400 milhões até o fim de 2015.