SJP reduz pobreza extrema com apoio a famílias e capacitação profissional

Arquivado em: Arquivo-CdB
Publicado quinta-feira, 19 de abril de 2012 as 07:42, por: cdb

Texto:
diminuiraumentarCompartilhe:Tweet!function(d,s,id){var js,fjs=d.getElementsByTagName(s)[0];if(!d.getElementById(id)){js=d.createElement(s);js.id=id;js.src=”//platform.twitter.com/widgets.js”;fjs.parentNode.insertBefore(js,fjs);}}(document,”script”,”twitter-wjs”); 19/abr/2012 – 10:05

Foto: Curso de informática é uma das opções oferecidas à população para capacitar e promover melhor qualidade de vida.

São José dos Pinhais possui uma baixa taxa de pobreza em relação aos outros municípios do Paraná e também em comparação com a média nacional. Apenas 1,1% dos são-joseenses vive com menos de R$70 mensais, considerada situação de pobreza extrema – no Paraná, esse número corresponde a 2,95% da população, e no Brasil a 8,5%. O trabalho integrado entre as secretarias municipais, voltado à redução da desigualdade social, contribui para derrubar esse índice.

De acordo com os dados do Cadastro Único, feito pela Secretaria Municipal de Assistência Social junto ao Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, 6.266 famílias são-joseenses recebem atualmente o benefício do programa federal Bolsa Família, que tem como objetivo reduzir as desigualdades sociais e o nível de pobreza. Em março de 2012 o repasse para essas famílias foi de R$652.738,00.

Para receber o repasse do programa federal, as famílias precisam se adequar a determinados critérios pré-estabelecidos. Um deles é possuir renda até R$140 por membro da família. O Censo Demográfico de 2010 apontou que em São José dos Pinhais 3.003 pessoas vivem com renda de menos de R$70 mensais, ou seja, em situação de extrema pobreza.

O fato de haver crianças na família também entra como critério, desde que elas estejam frequentando a escola e tenham acompanhamento médico. “Há um trabalho integrado entre as secretarias, como a de Educação e de Saúde, para o andamento do programa”, afirma o diretor da Secretaria Municipal de Assistência Social, Fernando Firmino.

Janete Assunção Bueno, de 33 anos, recolhe material para reciclagem junto com o marido para sustentar os cinco filhos. A atividade não garante ao casal uma renda fixa e desde 2001 eles recebem auxílio do Bolsa Família ou dos programas antecessores. Segundo ela, o dinheiro é essencial para manter a casa. “É uma ajuda que vem sempre em boa hora. Com ele a gente compra material escolar e roupa para as crianças e comida”, conta Janete.

Firmino explica que nos Centros de Referência de Assistência Social (CRAS) existem equipes multidisciplinares que realizam uma busca-ativa por famílias que necessitam receber o auxílio e que não fizeram ou não atualizaram o Cadastro Único. Além disso, elas também acompanham a situação das famílias que já recebem o benefício.

“É feito esse acompanhamento para que as pessoas não voltem à situação de extrema pobreza. No caso do problema familiar ser o desemprego, por exemplo, é feito o encaminhamento para a Secretaria Municipal de Trabalho e Emprego”, destaca o diretor.

A Prefeitura de São José dos Pinhais investe na capacitação como forma de reduzir os índices de pobreza no município. Por isso é realizada uma série de oficinas e cursos nos CRAS; e também através da Secretaria de Trabalho e Emprego. Em 2011, mais de 7 mil vagas de cursos profissionalizantes foram oferecidas à população.
 

Logue-se ou registre-se para poder enviar comentários