Sérgio Nogueira Lopes

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Publicado sexta-feira, 8 de outubro de 2004 as 13:38, por: cdb

Fome de quê?
 
George Bush não levou a sério o blá-blá-blá do presidente Luiz sobre a criação de fundo internacional contra a fome. Para Bush esta seria mais uma estratégia burocrática condenada ao fracasso em sua finalidade e mais um organismo a consumir dinheiro e tornar-se improdutivo. Desta vez Bush parece pleno de razão e segundo um alto vizinho da Casa Branca que deu informação a esta coluna, para diminuir a miséria no Brasil, melhor seria fazer o seguinte:
 
1.    Diminuir o tamanho do Estado porque é improdutivo e gastador.
2.    Diminuir o número de prefeituras, 40% delas são deficitárias e tem apenas a finalidade de empregar os cabos eleitorais dos caciques regionais.
3.    Diminuir o número de deputados, senadores e vereadores. Vai-se economizar bilhões de reais com esta iniciativa.
4.    Reduzir as mordomias do setor público e acabar com os palácios federais, estaduais e municipais porque palácios são mais apropriados para as monarquias e não para as repúblicas.
5.    Proibir construções de prédios públicos como o da Justiça do Trabalho no Rio e reformar os existentes e abandonados nos grandes centros urbanos.
6.    Proibir empresas estatais como a Petrobrás de alugar um prédio inteiro de luxo alegando reforma no prédio da sede.
7.    Evitar corrupção nos governos, reduzindo multas, taxas e o “diabo”  sobre os empresários e empresa.
8.    Sanear as leis trabalhistas e corrigir suas distorções.
9.    Diminuir a falação e o gesto com propaganda oficial.
10.                      Diminuir a frota de automóveis para as autoridades públicas.
E por aí vai. Teremos mais dinheiro e menos desigualdade. Não teremos necessidade de criar a burocracia da fome e até poderá haver desenvolvimento.

1 Corrupção

 

O ministro da Saúde, Humberto Costa, anunciou o resultado da auditoria feita no Instituto Nacional de Traumato-Ortopedia (Into) e disse que nove funcionários foram investigados e acusados de participar de fraudes em licitações e superfaturamento de contratos. A auditoria do Ministério da Saúde analisou mais de seis mil processos e comprovou irregularidades que somam mais de R$ 100 milhões. 

 

2 Ainda a greve

 

A greve dos bancários completou nesta sexta-feira 24 dias. Nos bancos privados, a adesão à paralisação é pequena e nos bancos públicos os clientes enfrentam problemas. No Banco do Brasil e na Caixa Econômica Federal, o atendimento é parcial e prejudica os