‘Sempre fui fascinado por poderes paralelos’, diz Dan Brown

Arquivado em: Arquivo-CdB
Publicado quinta-feira, 17 de setembro de 2009 as 09:33, por: cdb

O novo livro do escritor Dan Brown, autor do best-seller O Codigo da Vinci, começou a ser vendido nesta terça-feira em diversas partes do mundo e já bateu o recorde de vendas em um só dia.

O romance vendeu imediatamente 1 milhão de exemplares em capa dura nos EUA, no Canadá e no Reino Unido, segundo a editora Knopf Doubleday, subsidiária da Random House Inc.

O Símbolo Perdido narra a procura por uma pirâmide que pode desvendar um mistério. No centro da trama está o pouco conhecido mundo da maçonaria.

Dan Brown contou por que decidiu escrever sobre a maçonaria: – Sempre fui fascinado por poderes paralelos, sociedades secretas, esse tipo de coisa –, disse o escritor.

– Eu cresci numa cidade, em New England, onde havia uma loja maçônica em cima do cinema, e não tenho nem ideia do que acontecia ali –, acrescentou. – Então sempre fui interessado –, disse.

Quanto à possível polêmica que o livro pode causar, Brown diz que não sabe como o livro vai ser recebido.

– Não sou a pessoa certa para responder essa pergunta –, afirmou. – Não pensava que O Código Da Vinci causaria tanta polêmica –, disse. 

– Não acho que a maçonaria seja retratada como sinistra –, avaliou o autor. – Se o leitor vê a maçonaria como sinistra no começo, espero que até o fim do livro já não ache o mesmo, e veja que os símbolos são esclarecidos para que as pessoas entendam melhor –, disse.

Para o maçom Joseph Criciata, a exposição que o livro trará não afetará a fraternidade. – A nossa era moderna começou em 1717, portanto, apesar de ser muito gentil, a maçonaria por si mesmo continua a crescer e existir como como sempre foi –, afirmou.

Na primeira tiragem de O Símbolo Perdido, foram impressas 6,5 milhões de cópias na língua inglesa, um dos maiores números da história. Dan Brown já planeja o próximo livro.