Schincariol afirma não ter recebido notificação nem multa da Justiça

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Publicado quinta-feira, 20 de novembro de 2003 as 19:06, por: cdb

Em nota divulgada esta tarde, o grupo Schincariol informa não ter recebido até o momento qualquer notificação judicial para suspender a veiculação do comercial “Teste Cego”, que a cervejaria colocou no ar no último fim de semana.

A empresa afirma também desconhecer uma multa de R$ 500.000,00, que, segundo notícias publicadas em jornais nesta quinta-feira, lhe teria sido aplicada pela Justiça por descumprimento da suspensão da veiculação do comercial na TV.

Leia a nota na íntegra

“Ao contrário do que vem sendo publicado nos últimos dias pelos veículos de comunicação, o Grupo Schincariol representado por sua unidade corporativa de Itu/SP comunica que não recebeu até agora nenhuma notificação judicial para suspender o comercial “Teste Cego”, veiculado no último fim de semana. O Grupo também desconhece a multa de R$ 500 mil por insistir na veiculação do comercial após o recebimento da notificação. Até porque a Schincariol jamais desrespeitaria uma decisão do Judiciário.

O Grupo Schincariol lamenta que essas notícias tenham sido publicadas com base nas informações fornecidas pela concorrência. Lamentamos também que o caso tenha ido à Justiça Comum, desprezando o prestigioso Conar, órgão que há anos vem cumprindo exemplarmente as suas funções de fórum regulamentador do mercado publicitário.

Achamos estranho, no entanto, que a concorrência, que foi a primeira a veicular o filme “Teste Cego”, para a sua marca Skol, e tenha dado seqüência aos comerciais comparativos com o filme “Teste Surdo”, para a marca Antarctica, filme este veiculado dois dias depois do comercial Teste Cego da Nova Schin, tenha ido à justiça, num infeliz exemplo “faça o que eu falo, e não faça o que eu faço”, numa atitude ditatorial e antidemocrática.

Ao utilizar o nosso famoso slogan “Experimenta”, consagrado pelo público como líder na sua preferência e na lembrança pelos institutos Datafolha e Ipsos Marplan, a concorrência acaba ferindo vários artigos do Código Brasileiro de Auto-Regulamentação Publicitária.”