Saiba mais sobre o Emelec e o Estádio Capwell

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Publicado quarta-feira, 4 de abril de 2012 as 10:44, por: cdb

Em toda a sua história, o Flamengo só enfrentou o Emelec em quatro oportunidades. Venceu três confrontos e empatou um. O único confronto recente ocorreu este ano, pela Libertadores, e o Rubro-negro venceu por 1 a 0, no Engenhão. Os outros três aconteceram na década de 60 – dois amistosos (3 a 1 e 2 a 1) e um válido pelo Torneio Internacional de Guayaquil (1 a 1).

Talvez pelos confrontos terem acontecido há tanto tempo o torcedor do Flamengo não saiba tanto da história do adversário desta quarta. O Site Oficial foi atrás de informações e descobriu algumas peculiaridades do time equatoriano.

Chamado de La Caldera, o Estádio Capwell, do Emelec, é pequeno, com capacidade para 24.019 espectadores. No entanto, por ter muitos camarotes, com 15 mil presentes já está cheio. O nome “La Caldera” é uma alusão a caldeirão, já que segundo os próprios equatorianos o estádio lembra a famosa La Bambonera.

“Realmente é um estádio pequeno, onde a torcida fica bem próxima ao campo. Tem, sim, um ar de Bambonera, do Boca Juniors”, informou Linsy Coello, do Jornal El Telegrafo, de Guayaquil.

A torcida do time equatoriano é o ponto alto da “Caldera”. Tidos como os mais fanáticos do país, os torcedores não param de cantar.

“A torcida do Emelec sempre apoia o time, principalmente quando joga em casa. Mesmo perdendo, a principal torcida, chamada de ‘Boca del Pozo’, não para de cantar”, disse Linsy Coello.

Fundado em 1929, o Estádio Capwell foi o primeiro estádio de futebol do Equador. O mesmo passou por reformar em 1943 e em 1991.

Tática
O Emelec fez uma boa partida diante do Flamengo no Engenhão, no jogo de ida pela Libertadores 2012. Líder do Campeonato Equatoriano, o time tem, de acordo com a mídia local, seu ponto forte nos meias e no atacante argentino Figueroa.

O ponto fraco, ainda de acordo com os jornalistas equatorianos, é a defesa, que não consegue se recuperar das saídas de Marcelo Fleitas, atual treinador do time, e Eduardo Morante, que se transferiu para o Universidad de Chile.