Renato Augusto se apresenta à seleção olímpica

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Publicado quinta-feira, 28 de julho de 2016 as 14:30, por: cdb

O meia se colocou à disposição para ser capitão da seleção olímpica, mas avaliou que a braçadeira é apenas algo simbólico pois, para ele, no grupo de 18 jogadores todos têm voz ativa

Por Redação, com Reuters – do Rio de Janeiro:

 

O meia Renato Augusto chegou ao Brasil para se apresentar à seleção olímpica que buscará a inédita medalha de ouro no futebol e disse que seria uma honra ganhar a medalha em casa, na sua cidade natal, o Rio de Janeiro, especialmente no estádio do Maracanã, palco da final do futebol e onde o jogador iniciou sua carreira com a camisa do Flamengo.

O meia Renato Augusto chegou ao Brasil para se apresentar à seleção olímpica que buscará a inédita medalha de ouro no futebol
O meia Renato Augusto chegou ao Brasil para se apresentar à seleção olímpica que buscará a inédita medalha de ouro no futebol

– A Olimpíada não passava pela minha cabeça, por não ter idade – disse ele a jornalistas. “Era um sonho, queria jogar uma final na cidade e no bairro onde nasci e fui criado. Seria algo muito especial”, acrescentou.

O jogador de 28 anos é um dos três atletas com mais de 23 anos convocados pelo técnico Rogério Micale para a Olimpíada ao lado do goleiro Fernando Prass, de 38 anos, e do atacante Neymar, que está com 24 anos.

Renato Augusto foi chamado após o corte do meia Douglas Costa por contusão. Ele só foi liberado após compromissos pelo seu time na China e perdeu boa parte da preparação da equipe olímpica na Granja Comary em Teresópolis, região serrana do Rio de Janeiro.

– Estou bem fisicamente e treinando muito mais e num ritmo mais intenso que aqui – disse o jogador. O meia deve ser titular da equipe olímpica, mas não tem ainda presença garantida no amistoso contra o Japão, no sábado em Goiânia.

O meia se colocou à disposição para ser capitão da seleção olímpica, mas avaliou que a braçadeira é apenas algo simbólico pois, para ele, no grupo de 18 jogadores todos têm voz ativa.

– Seria uma honra (ser capitão), mas não vejo porque tanto alvoroço. Se o Prass for ou não o capitão vai agir da mesma forma, assim como eu ou o Neymar – afirmou.

– Acho algo mais simbólico e acho mais importante pensar no título e na medalha – frisou.

O Brasil já está em Goiânia para o último amistoso antes da estreia nos Jogos Rio 2016, no dia 4 de agosto, diante da África do Sul. Iraque e Dinamarca também serão adversários do Brasil no torneio olímpico de futebol.