Profissionais das vilas olímpicas recebem curso de capacitação

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Publicado terça-feira, 2 de junho de 2015 as 15:23, por: cdb
Segundo o secretário, contar com membros gabaritados como dos Comitês Paralímpico Brasileiro e Internacional, faz a diferença no projeto
Segundo o secretário, contar com membros gabaritados como dos Comitês Paralímpico Brasileiro e Internacional, faz a diferença no projeto

 

A Secretaria Municipal de Esportes e Lazer iniciaram nesta terça-feira a capacitação e aperfeiçoamento de profissionais das vilas olímpicas para atividades paradesportivas, exercícios adaptados para pessoas com deficiência. Para Sandra Peres, gerente de pesquisa e normatização da Secretaria, levantamentos mostraram que há uma necessidade de capacitação desses profissionais.

– Todos os profissionais das vilas olímpicas possuem especialização na área, mas ninguém sabe tudo. Então o projeto enriquece esses técnicos, porque encontra uma diversidade muito grande de deficiências, trazendo mais experiência no trato com os deficientes físicos – disse.

O professor Alberto Martins da Costa, coordenador Geral da Academia Paralímpica e do Comitê Paralímpico Brasileiro, explicou a importância dessa ação. “É uma ótima oportunidade para discutirmos sobre as atividades físicas para as pessoas com deficiência, assim como os problemas que existem para o acesso dos deficientes no esporte. A gente espera que em curto ou médio prazo essa iniciativa possa dar bons frutos”.

O classificador funcional dos Comitês Paralímpicos Internacional e Brasileiro, João Paulo Castelleti, alerta para outro ponto importante: “Os maiores Jogos Paralímpicos do mundo serão na nossa casa. Todo mundo que está envolvido tem que ser muito bem capacitado”.

O secretário municipal de Esportes e Lazer, Marcos Braz, assegura que a importância deste projeto específico é fundamental para a qualificação e implantação de outros projetos para pessoas com deficiência nas vilas olímpicas do Rio.

Segundo o secretário, contar com membros gabaritados como dos Comitês Paralímpico Brasileiro e Internacional, faz a diferença no projeto. “As pessoas com deficiência necessitam de cuidados específicos. Por exemplo, um professor recém-formado em Educação Física não está necessariamente apto ao tratamento com deficientes. Então, esses profissionais fazem com que o projeto seja de grande qualificação para todos aqueles que atendem essa demanda”.