PM faz operação no Parque Arará e Rato Molhado

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Publicado quinta-feira, 17 de janeiro de 2013 as 12:50, por: cdb
Operações no Parque Arará, em Benfica, e Rato Molhado,  Engenho Novo, são para a entrada de UPPs nas comunidades, afirmou coronel Erir Ribeiro Costa Filho
Operações no Parque Arará, em Benfica, e Rato Molhado, Engenho Novo, são para a entrada de UPPs nas comunidades, afirmou coronel Erir Ribeiro Costa Filho

O comandante geral da Polícia Militar do Rio de Janeiro, coronel Erir Ribeiro Costa Filho, afirmou que as operações no Parque Arará, em Benfica, e Rato Molhado, no Engenho Novo, realizadas nesta quinta-feira, são para a entrada de Unidades de Polícia Pacificadora (UPPs) nas comunidades. “A ocupação é permanente. Isso é um prolongamento das UPPs do Jacarezinho e de Manguinhos“, explicou.

Segundo informações do portal G1, Gilson de Oliveira Souza, de 48 anos, foi preso na comunidade do Rato Molhado nesta quinta-feira, devido a um mandado de prisão por roubo expedido pela Justiça. Até o mesmo horário, os agentes haviam apreendido, também, motocicletas, um revólver, peças de fuzil, nove carregadores de submetralhadora e drogas.

Policiais do Batalhão de Operações Especiais (Bope), do Batalhão de Choque e do Batalhão de Ação com Cães (BAC) e o Grupamento Aéreo Marítimo (GAM) fizeram parte da operação. De acordo com a polícia, por questão estratégica, não está sendo informado o número de policiais que fazem parte da operação.

O governador Sérgio Cabral anunciou que as favelas do Arará e do Rato Molhado serão as próximas a serem pacificadas e, posteriormente, incorporadas às UPPs de Manguinhos e do Jacarezinho, respectivamente.

– A UPP do Jacarezinho cobre as comunidades, as principais, Jacarezinho, Marlene, Pica-Pau, Xuxa e Tancredo. O Rato já estava sendo previsto porque é anexa ao Jacaré, é um pouco mais distante, mas é diretamente ligada. Por isso, ela será ocupada – explicou o major Cláudio Halicki.

O comandante da UPP Manguinhos, capitão Marcelo Martins, destacou que houve a opção por deixar Arará para um segundo momento do processo de pacificação da área. “A partir de agora, com a implantação da UPP, essa comunidade será ocupada e, em breve, vai ocupar a área da unidade. O procedimento será o mesmo das outras: primeiro as tropas especiais ocupam, fazem o processo de estabilização, e depois entra a tropa da UPP”, contou.