Paraná: PF desarticula grupo especializado em furtos de caixas eletrônicos

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Publicado sexta-feira, 25 de setembro de 2015 as 12:54, por: cdb

Por Redação, com ABr – de Brasília:

A Polícia Federal (PF) deflagrou nesta sexta-feira a Operação Dunamis para desarticular uma organização criminosa especializada em roubos e furtos a caixas eletrônicos, com uso de explosivos, no Paraná. Os policiais cumprem 17 mandados de prisão preventiva, 30 mandados de busca e apreensão e sete mandados de condução coercitiva.

As investigações começaram no ano passado
As investigações começaram no ano passado

As ações do grupo ocorriam em Curitiba, Londrina, Matinhos e Piên, mas os suspeitos podem ter participação em diversos assaltos semelhantes ocorridos em outras cidades.

Os ataques feitos pela organização, que tinha base em São José dos Pinhais, incluem explosões a caixas eletrônicos instalados em agências bancárias, hospitais, supermercados e a uma universidade.

As investigações começaram no ano passado e os envolvidos poderão responder pelos crimes de organização criminosa armada, roubo qualificado, furto qualificado, receptação e lavagem de dinheiro.

A operação mobilizou cerca de 140 policiais federais e 26 rodoviários federais. Conta ainda com o apoio de duas aeronaves da Polícia Rodoviária Federal, de cães farejadores e do Grupo de Bombas e Explosivos da PF.

Na quarta-feira, a Polícia Federal (PF) deflagrou em São Paulo a Operação Monte Olimpo. O objetivo é reprimir crimes de evasão de divisas e lavagem de dinheiro cometidos por meio da atuação de doleiros que remetiam recursos ao exterior pelo método conhecido como dólar-cabo.

Segundo comunicado da PF, foram cumpridos oito mandados de busca e apreensão na capital paulista, expedidos pela 6ª Vara Criminal Federal de São Paulo, nos bairros de Vila Nova Conceição, Jardins, Alto de Pinheiros e Perdizes.

De acordo com a PF, o inquérito policial foi instaurado em 2013, após a constatação de que doleiros já investigados pela entidade em outras operações continuavam atuando. Eles usavam o nome de um empresário português que já morreu para remeter quantias ao exterior.

– A operação também busca novos elementos da prática do crime de fraude processual em relação a outras pessoas acusadas de fraudar vínculos pessoais com o empresário, com o fim de obter bens e valores, que já haviam sido apreendidos em favor da União, a título de herança – informou a corporação.