O adorador do mercado e uma receita para os bancos

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Publicado segunda-feira, 22 de outubro de 2012 as 08:27, por: cdb

Em entrevista no Estadão de domingo (21.10), o economista e ex-presidente do Banco Central no governo FHC, Affonso Celso Pastore, afirma que “o governo é retirar as travas do crescimento: juros bancários elevados e carga tributária alta sobre o consumo”. O professor de finanças públicas da FGV-SP escreve que é necessário continuar a pressão sobre os bancos privados pois estes ainda fizeram muito pouco para baixar realmente os juros que cobram do tomador de empréstimo.

“O caminho é continuar a redução da Selic até 5% (média dos países emergente) e tabelar, reduzindo as tarifas bancárias. Com isso reduz-se duas importantes fontes de lucro bancário, induzindo-os à concorrência nos empréstimos”.

Trata-se de um mantra. Praticamente em todos os artigos que Amir Khair escreve em sua coluna no Estadão de domingo, vem esta assertiva. Nada de moleza para os bancos. Eles têm que ser empurrados para a competição. Do contrário, não o fazem. Ou o fazem num medida tão pequena que não chega a ter a efetividade que o país precisa para destravar o crescimento.

Clique sobre o título para ler a íntegra da entrevista de Pastores no estadão: “Pastore critica limite a taxa de retorno em concessões”.