Ministra apela para governos e sociedade civil atuarem no combate às drogas

Arquivado em: Arquivo-CdB
Publicado quarta-feira, 18 de abril de 2012 as 15:43, por: cdb

Ministra apela para governos e sociedade civil atuarem no combate às drogas

Maria do Rosário, da Secretaria de Direitos Humanos, disse que o governo tem meta de ampliar leitos para dependentes de crack de 234 para 360

Por: Redação da Rede Brasil Atual

Publicado em 18/04/2012, 18:37

Última atualização às 18:37

Tweet

São Paulo – A ministra da Secretaria de Direitos Humanos, Maria do Rosário, fez um apelo para que gestores municipais, estaduais e a sociedade civil atuem no combate e prevenção ao uso de drogas no país. Hoje (18), em Porto Alegre, durante evento de adesão do Rio Grande do Sul ao programa do governo federal Crack é Possível Vencer, ela ressaltou a importância da expansão e fortalecimento das unidades especializadas no atendimento de crianças e adolescentes, que integram os eixos do programa.

“O principal desafio do programa é levarmos o apoio necessário às famílias, especialmente às mães e às mulheres, que muitas vezes sozinhas, enfrentam dificuldades no atendimento de seus filhos usuários de crack. Nesse sentido, as unidades especializadas vão contribuir muito nessa batalha”, disse a ministra.  Atualmente, existem 234 leitos reservados para o atendimento de dependentes em recuperação em todo o país. A meta do programa é ampliar este número para 360 leitos.

Segundo a ministra, é possível construir políticas públicas capazes de regenerar pessoas e recuperar famílias. “Não devemos desistir das pessoas, é possível estruturar políticas públicas educativas para que nossas crianças e os jovens tenham claros projetos de vida e não se entreguem às drogas”, defendeu.

De acordo com o ministro José Eduardo Cardozo, também presente ao evento, o atendimento em pontos de maior incidência de crack nas comunidades, será realizado por equipes multidisciplinares. “Vamos integrar médicos e assistentes sociais para que, com a intervenção da polícia de proximidade, consigamos convencer os usuários a buscar tratamento”, disse. Cardozo assegurou que a abordagem será feita de forma pacífica.