Militar iraniano diz que guerra psicológica israelense fracassou

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Publicado sexta-feira, 19 de outubro de 2012 as 09:36, por: cdb

 O vice-comandante do Corpo de Guardiões da Revolução Islâmica (CGRI), general Hossein Salami, declarou que “Israel compreendeu que sua guerra psicológica contra o Irã não atingiu os resultados esperados”.
O militar agregou que os mecanismos de defesa de Israel são “muito vulneráveis a golpes totais do Irã”, em alusão ao voo de um avião robô lançado pelo Hezbollah (Partido de Deus, em árabe) no último 6 de outubro que penetrou na profundidade deste país. 

A aeronave, não tripulada e sem armas ofensivas, sobrevoou o território israelense durante mais de meia hora e aproximou as instalações supersecretas atômicas de Dimona, no deserto de Negev antes de ser demolida.

“O Irã está mais preparado do que nunca antes em equipamentos e infraestruturas militares e um golpe contra a República Islâmica acelerará a aniquilação do regime de Israel”, afirmou Salami, segundo a versão circulada pela imprensa oficial iraniana.

As formulações ocorrem às vésperas do início de três semanas de manobras militares conjuntas de Israel e dos Estados Unidos codificadas Reto Austero 2012, nas quais participarão sistemas de mísseis, notaram observadores.

As manobras estavam programadas para começar em abril passado, mas foram adiadas, ao parecer, por interrogantes de Washington sobre as verdadeiras intenções do Governo israelense, cujo primeiro ministro, Benyamin Netanyahu, ameaçou lançar um ataque aéreo massivo contra o Irã.

O plano de Netanyahu inclui o rompimento total do sistema cibernético iraniano e ataques separados massivos com misseis e a aviação que “regressarão para este país para a idade da pedra”, segundo

Irão advertiu que qualquer agressão contra seu território terá “uma resposta devastadora” tanto no Levante, como fora desta região e de maneira sistemática anuncia a incorporação a seus arsenais de novas armas e meios, os mísseis do cruzeiro, até destruidores, submarinos, blindados e, agora, aviões não tripulados como os drones.

Fonte: Prensa Latina 

 

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