IPC-Fipe desacelera alta para 0,35% em julho

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Publicado quinta-feira, 4 de agosto de 2016 as 11:28, por: cdb

O IPC-Fipe mede as variações quadrissemanais dos preços às famílias paulistanas com renda mensal entre 1 e 10 salários mínimos

Por Redação, com Reuters – de São Paulo:

O Índice de Preços ao Consumidor (IPC) de São Paulo fechou julho com alta de 0,35%, após avanço de 0,65% no mês anterior, com alta menor nos preços dos Alimentos e Habitação e queda em Vestuário, informou a Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe) nesta quinta-feira.

IPC-Fipe
A maior pressão no mês foi do grupo Alimentação, com 0,1916 ponto percentual

Apesar da desaceleração para uma alta de 0,78%, ante 1,17% em junho, a maior pressão no mês foi do grupo Alimentação, com 0,1916 ponto percentual. O grupo Habitação também mostrou forte desacleração em julho, subindo 0,20% após a alta de 0,80 por cento no mês anterior.

Já o grupo Vestuário caiu 0,98% no mês passado, após subir 0,32% em junho, e foi o único a ficar em campo negativo. Apenas os grupos Saúde e Educação aceleraram as altas em julho em relação a junho.

O IPC-Fipe mede as variações quadrissemanais dos preços às famílias paulistanas com renda mensal entre 1 e 10 salários mínimos.

IPC da Fipe sobe para 0,85% na primeira prévia

O Índice de Preços ao Consumidor (IPC), medido pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe), na cidade de São Paulo, atingiu alta de 0,85%, na segunda prévia de julho, indicando maior pressão inflacionária do que a registrada na primeira apuração do mês quando os preços tinham subido em média 0,78%. O maior impacto sobre o IPC foi provocado pelo grupo alimentação, que passou de 1,86% para 2,13%.

A segunda maior contribuição para o avanço do índice, entre os sete grupos pesquisados, foi verificado em habitação, que, no entanto, vem apresentando desaceleração. Tinha fechado junho com alta de 0,8%, iniciou o mês com variação de 0,67% e, nesta apuração, ficou em 0,66%. No grupo saúde, ocorreu o inverso com alta de 0,93% ante 0,71%, no último levantamento e 0,42%, no encerramento do mês passado.

Também aumentou o ritmo de correções nos grupos despesas pessoais (de 0,29% para 0,38%) e educação (de 0,2% para 0,42%). Já em transportes, o índice desacelerou ao passar de 0,16% para 0,13% e, em vestuário, houve queda de 0,29% ante uma variação positiva de 0,12%.