IGP-M acelera alta a 1,33% na 2ª prévia de junho

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Publicado sexta-feira, 17 de junho de 2016 as 11:39, por: cdb

O IGP-M é utilizado como referência para a correção de valores de contratos, como os de energia elétrica e aluguel de imóveis

Por Redação, com Reuters – de São Paulo:

Sob maior pressão dos preços no atacado, o Índice Geral de Preços-Mercado (IGP-M) acelerou a alta a 1,33% na segunda prévia de junho, após subir 0,68% no mesmo período de apuração do mês anterior.

A Fundação Getúlio Vargas (FGV) informou nesta sexta-feira que o Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA), que mede a variação dos preços no atacado e responde por 60% do índice geral, registrou alta de 1,81% no período, contra avanço de 0,75% na segunda prévia de maio.

IGP-M
O Índice Nacional de Custo da Construção (INCC) subiu 0,48%, depois de ter avançado anteriormente 0,28%

Por outro lado, o Índice de Preços ao Consumidor (IPC), com peso de 30 por cento no índice geral, avançou 0,35% na segunda prévia de junho, após alta de 0,65% no mesmo período do mês anterior.

Já o Índice Nacional de Custo da Construção (INCC) subiu 0,48%, depois de ter avançado anteriormente 0,28%.

O IGP-M é utilizado como referência para a correção de valores de contratos, como os de energia elétrica e aluguel de imóveis.

A segunda prévia do IGP-M calculou as variações de preços no período entre os dias 21 do mês anterior e 10 do mês de referência.

IGP-M acumula alta em abril

O IGP-M registrou em abril alta de 10,63% no acumulado dos últimos 12 meses. Porém, em relação a março, quando houve aumento de 0,51%, o índice de inflação, medido pela Fundação Getulio Vargas (FGV), perdeu força, ficando em 0,33% em abril. No acumulado de 2016, a alta é de 3,30%. O índice é usado no reajuste dos contratos de aluguel.

No Índice de Preços ao Produtor Amplo, um dos componentes do IGP-M, o percentual caiu de 0,44% em março para 0,29% em abril. No acumulado dos últimos 12 meses, a alta é de 11,78%.

Neste mês, a queda foi influenciada pela recuo no subgrupo alimentos in natura, que, em março, havia variado 10,08% e, em abril, fechou em 2,29%. Os materiais e componentes para manufatura tinham acusado queda de -1,40% em março, e, em abril, retração de -1,69%.