Identificados mais sete bueiros com alto risco de explosão

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Publicado quarta-feira, 31 de agosto de 2011 as 13:34, por: cdb
O risco de explosão foi constatado durante vistoria realizada na madrugada desta quarta-feira

A Prefeitura do Rio informou que durante as vistorias do monitoramento independente de bueiros da cidade, realizadas na madrugada desta quarta-feira, foram identificados sete novos bueiros com alto risco de explosão na Rua Conde de Bonfim, na Tijuca, na Zona Norte.

Em todos os casos o protocolo de emergência foi acionado, com a comunicação imediata ao Centro de Operações Rio e as concessionárias Light e CEG. Os sete bueiros estão abertos, sinalizados e as equipes de emergência da CEG trabalham no local.

Os trabalhos de inspeção totalizaram 326 bueiros, no Centro, Zona Sul e Tijuca. Desde o início da operação no dia 12 de agosto, 2.042 monitoramentos foram realizados nos bairros de Copacabana, Botafogo, Ipanema, Leblon, Grande Tijuca e Centro da cidade. Até o momento 24 bueiros foram identificados com alto risco de explosão na cidade.

Doze equipes trabalham na  inspeção, em turnos diurno e noturno. O monitoramento é feito em caixas de inspeção e câmaras transformadoras. Os técnicos utilizam detectores para verificar a presença de gás inflamável e explosivos. A incidência de altas temperaturas também é checada com o apoio de um termovisor.

Susto no Centro

Um defeito num cabo de baixa tensão, próximo a uma obra na rede subterrânea da Light, foi o responsável pela fumaça vista na manhã desta quarta-feira, na Rua Senhor dos Passos, no Centro. Não houve registro de interrupção de energia e técnicos fizeram a  manutenção na região.

Um outro bueiro da Light soltou fumaça na Rua Júlio do Carmo, na altura da estação do metrô da Praça Onze, também no Centro do Rio. Bombeiros do Quartel Central foram acionados para o local, mas ainda não há notícia sobre feridos.

Técnicos da Light retiraram água através de canos de borracha do bueiro. A Light informou, por meio de nota, que água, em contato com o material elétrico aquecido, causou a liberação de vapor. Não houve nenhuma anormalidade nos equipamentos da companhia, nem interrupção no fornecimento de energia.

A empresa disse também que, em casos desse tipo, a água pode ser proveniente de chuva, de galerias pluviais, de algum vazamento decorrente do sistema de abastecimento ou de estabelecimentos comerciais e residenciais, como em casos de lavagem de garagens, lojas e calçadas.

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