Explosões em aeroporto e metrô deixam mortos e feridos em Bruxelas

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Publicado terça-feira, 22 de março de 2016 as 09:04, por: cdb

 

Todo o transporte público em Bruxelas foi fechado, assim como aconteceu nos ataques militantes no mêtro de Londres em 2005 que deixou 52 mortos

 

Por Redação, com Reuters – de Bruxelas:

 

Duas explosões no aeroporto de Bruxelas nesta terça-feira de manhã deixaram pelo menos 21 mortes no que a emissora pública belga VRT chamou de ataque suicida, e uma outra explosão atingiu uma estação de metrô na capital pouco depois.

Todo o transporte público em Bruxelas foi fechado
Todo o transporte público em Bruxelas foi fechado

A agência de notícias Belga afirmou que tiros foram disparados e que houve gritos em árabe pouco antes das duas explosões no aeroporto. Fotos nas mídias sociais mostraram fumaça saindo do terminal através de janelas quebradas e passageiros correndo, alguns ainda segurando suas malas.

Todo o transporte público em Bruxelas foi fechado, assim como aconteceu nos ataques militantes no mêtro de Londres em 2005 que deixou 52 mortos. O Centro de Crise Belga pediu à população: “Fique onde está”.

Uma das explosões no aeroporto de Bruxelas nesta terça-feira provavelmente foi provocada por um ataque suicida, disse a procuradoria federal em entrevista à imprensa.

– Esta manhã houve duas explosões na sala de embarque do Zaventem (aeroporto de Bruxelas), uma delas foi provavelmente causada por um ataque suicida, e cerca de meia hora depois uma outra explosão no Maelbeek (estação de metrô) – disse o procurador federal Frederic Van Leeuw.

França reforça segurança

A França decidiu utilizar um contingente adicional de 1.600 policiais para reforçar a segurança nas fronteiras e no transporte público, na sequência das explosões mortais em Bruxelas nesta terça-feira, disse o ministro do Interior francês, Bernard Cazeneuve.

Na região da grande Paris, um adicional de 400 homens reforçaram a segurança, e patrulhas militares serão reorientadas para locais de transporte público, disse o ministro, após uma reunião de emergência com o presidente, François Hollande.

 

 

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