Empresa de condenado dá calote em Belo Monte

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Publicado quinta-feira, 24 de janeiro de 2013 as 09:54, por: cdb
O consórcio construtor da usina de Belo Monte, no Pará, livrou-se de um problema, mas pagou caro
O consórcio construtor da usina de Belo Monte, no Pará, livrou-se de um problema, mas pagou caro

O consórcio construtor da usina de Belo Monte, no Pará, livrou-se de um problema, mas pagou caro. Contratada para vigilância de 38 canteiros de obras, a Proset só pagou aos funcionários oito meses dos doze do acordo, apesar de receber em dia. Embolsou mais de R$ 1,2 milhão. Um dos sócios da Proset é o ex-major da PM de Rondônia Marcos Augusto Gracio, condenado pela chacina do Garimpo de Palmeiral. O consórcio assumiu o pagamento de dois meses de salários, gastou R$ 500 mil e anulou o contrato.

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Com Vinícius Tavares, Marcos Seabra e Adelina Vasconcelos 

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