Doze fuzileiros navais dos EUA contraíram malária na Libéria

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Publicado segunda-feira, 8 de setembro de 2003 as 15:57, por: cdb

Doze fuzileiros navais norte-americanos contraíram malária durante sua permanência na Libéria em meados do mês passado, quando participaram de uma missão de apoio às forças de pacificação desse país africano, disseram nesta segunda-feira fontes militares.

De acordo com as fontes, outros 21 soldados do contingente que foi para a Libéria apoiar a Comunidade Econômica da África Ocidental (Cedeao) têm sintomas da doença e estão sendo observados em centros hospitalares do Exército norte-americano.

Dos afetados, dois “marines” foram retirados no sábado passado do veículo de assalto anfíbio Iwo Jima, que está na costa da Libéria, para um hospital da Alemanha, e os outros 31 para o centro médico naval de Bethesda, nas proximidades de Washington. Fontes do hospital disseram que um andar do edifício foi totalmente isolado para evitar mais contágios, e que o pessoal que entra na região restrita está com trajes que protegem todo o corpo.

Os doentes são membros da 26º Unidade Expedicionária dos Fuzileiros Navais com base em Camp Lejeune (Carolina do Norte), que esteve no aeroporto de Monróvia e que fez parte da força de reação rápida de 150 homens enviados à Libéria.

As fontes militares não especificaram qual é o estado dos afetados, nem se tinham sido vacinados contra a malária, prática habitual das Forças Armadas dos Estados Unidos quando envia soldados para regiões nas quais esta doença é endêmica.