Dia Nacional da Mulher vai ser lembrado pelo Comdim

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Publicado sábado, 7 de abril de 2012 as 06:41, por: cdb

O Dia Nacional da Mulher, comemorado no dia 30 de abril, vai ser marcado na cidade com ações de comemoração e repúdio pelo Conselho Municipal dos Direitos da Mulher (Comdim). O evento acontece no Auditório Amaro Prata Tavares, da Fundação Cultural Jornalista Oswaldo Lima (FCJOL) – Palácio da Cultura. A programação terá início às 14h. O evento será aberto ao público.

No momento de beleza, as mulheres terão um espaço para se maquiar. Haverá também, sorteio de brindes e exposição de cosméticos. O evento será aberto oficialmente  às 14h30, com a composição da mesa, onde serão dados esclarecimentos sobre a importância maior da data no calendário da mulher.

Na ocasião, também haverá um momento para reflexão de repúdio ao racismo, ao machismo e à homofobia, que segundo a presidente do Comdim, Margarida Estela Mendes do Nascimento, afeta as mulheres, gerando uma espécie de violência em seu cotidiano.

Serão apresentados vídeos sobre como viver, conviver e realizar, além de outras mensagens de otimismo. Na programação também haverá apresentação de dança do projeto cultural do Lar Fabiano de Cristo. O encerramento do evento está marcado para às 18h.

A presidente do Comdim lembra que durante a ditadura militar no Brasil, foi proibida a comemoração do Dia Internacional da Mulher – 8 de março. Escapando da proibição, as mulheres comemoravam o Dia da Mulher em 30 de abril, data que simboliza também o aniversário de Jerônima Rangel, responsável pela criação do Conselho Nacional da Mulher.

– Mesmo que tenhamos conquistado o direito ao voto, à igualdade jurídica entre homens e mulheres, quebrado mitos e derrubado tabus, lastimavelmente, ainda hoje nós mulheres, independente da classe social, sofremos discriminação e somos tratadas desigualmente sob ótica de direitos entre gêneros. O dia é importante no calendário de luta das mulheres. O evento visa a profunda reflexão sobre a condição da mulher brasileira na sociedade atual, volvendo ao passado e descortinando no presente, um futuro sem desigualdades de gêneros – destaca Margarida.

Postado por: Álvaro Sardinha – 07/04/2012 09:35:00

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