Cimed/Malwee está nas semifinais da Superliga masculina

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Publicado quarta-feira, 14 de abril de 2010 as 10:54, por: cdb

A Cimed/Malwee (SC) é a quarta semifinalista da Superliga Masculina de vôlei 09/10. Na noite de terça-feira, os atuais campeões da competição eliminaram a Fátima/Medquímica/UCS/SPFC (RS) ao vencerem o terceiro jogo do playoff das quartas-de-final por 3 sets a 0, parciais de 27/25, 25/23 e 25/22, em 1h46 de jogo, no ginásio Capoeirão, em Florianópolis.

Com a vitória, o time catarinense mantém viva a esperança de alcançar a quinta final consecutiva da Superliga, nas cinco temporadas que jogou a competição. A Cimed/Malwee soma três títulos (05/06, 07/08 e 08/09). Para isso, o time dirigido pelo técnico Marcos Pacheco terá que passar pelo Pinheiros/Sky (SP) nas semifinais. Nas quartas-de-final, o time paulista, de Giba, Rodrigão, Gustavo e Cia, eliminou o Sesi-SP, do técnico Giovane Gavio e Murilo.

A outra semifinal será um confronto mineiro: Sada Cruzeiro x Montes Claros/Funadem. O duelo garantirá um representante do estado de Minas Gerais na final da Superliga pela sexta temporada consecutiva. Nas últimas cinco decisões, o Vivo/Minas foi o representante. No entanto, nesta temporada, a equipe de Belo Horizonte foi eliminada pelo Sada Cruzeiro.

As semifinais estão previstas para serem realizadas nos próximos dias 17 e 21. O terceiro e decisivo jogo, caso seja necessário, será disputado no dia 24.

Apesar de o placar ter sido 3 sets a 0, a vitória da Cimed/Malwee não foi fácil de ser conquistada. Com a classificação garantida, o técnico da equipe catarinense, Marcos Pacheco elogiou a qualidade técnica do adversário gaúcho.

– Foram jogos muito difíceis contra o time de Caxias do Sul. É uma equipe com um saque forte e uma virada de bola muito consistente. O primeiro set foi impressionante. Conseguimos largar na frente com uma boa vantagem, mas eles engrossaram. Mesmo assim, a Cimed soube reverter a situação e suportar a pressão. Aliás, nada na história da nossa equipe foi conquistado de forma muito fácil – avaliou Marcos Pacheco.