Alunos desenvolvem robôs de última geração

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Publicado quinta-feira, 13 de julho de 2017 as 14:44, por: cdb

O curso de Robótica foi criado, em 2009, pelo professor de física César Bastos com a ideia de oferecer aos jovens uma oportunidade de praticar os conceitos estudados

Por Redação, com ACS – do Rio de Janeiro:

Estudantes da Escola Técnica Estadual Ferreira Viana, no Maracanã, estão desenvolvendo robôs de última geração durante as aulas de Robótica. Entre os projetos estão uma casa inteligente que acende e apaga luzes e abre e fecha portas controladas por um celular; robôs marionetes para um teatro de crianças acessado remotamente; um braço robótico capaz de realizar tarefas do dia a dia; e robôs capazes de resgatar vítimas de incêndios.

Durante as aulas de Robótica, jovens criam projetos inovadores

Todas as quintas-feiras, às 18h30, cerca de 20 alunos dos cursos técnicos de Eletrônica, Eletrotécnica, Edificações, Mecânica e Telecomunicações passam duas horas no laboratório de criação da escola aprendendo a desenvolver projetos de inclusão tecnológica.

No primeiro semestre, os alunos iniciam a familiarização com sensores, motor e robôs. No ano seguinte, começam a criar um projeto. No último ano só permanecem os alunos que fizeram um projeto e estão dando continuidade.

O curso de Robótica foi criado, em 2009, pelo professor de física César Bastos com a ideia de oferecer aos jovens uma oportunidade de praticar os conceitos estudados inicialmente nas aulas de Física. Integrando as abordagens nas diversas modalidades de cursos técnicos da unidade.

– Devido ao grande interesse dos alunos, passamos a oferecer as aulas de Robótica regularmente desde 2010 com o apoio da direção da escola. A disciplina é para alunos de 14 a 18 anos. Mas para entrar no seleto grupo de alunos é necessário fazer uma redação sobre robótica e ser aprovado pela banca formada por mim e psicólogos da escola – afirmou o professor.

Prêmio

Em 2014, o curso de Robótica ganhou o Prêmio de Gestão de Qualidade ISO. Além das atividades, os alunos participam anualmente de competições científicas e eventos apresentando os projetos desenvolvidos.

No laboratório, há robôs dançarinos e aeromodelismos feitos com sucatas, baterias e sensores. Os projetos desenvolvidos realizam as mesmas funções de máquinas, robôs e brinquedos comercializados.