Alibaba irá auxiliar Sinopec com computação em nuvem

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Publicado sexta-feira, 17 de abril de 2015 as 12:20, por: cdb
O Alibaba tem aproveitado sua boa posição com o governo para criar acordos de computação em nuvem com vários órgãos do governo ou controlados pelo Estado
O Alibaba tem aproveitado sua boa posição com o governo para criar acordos de computação em nuvem com vários órgãos do governo ou controlados pelo Estado

 

O gigante chinês de comércio eletrônico Alibaba fez uma aliança com a Sinopec, maior refinadora de petróleo da Ásia, para fornecer serviços de computação em nuvem e análise de “big data”, disseram as companhias.

A aliança é sobre serviços técnicos, disse a China Petroleum & Chemical, ou Sinopec, em seu microblog oficial. A companhia não informou quanto dinheiro está envolvido.

A Sinopec e outras gigantes estatais têm sofrido pressão para fazer uso melhor de tecnologia da informação e tirar vantagem de computação em nuvem e big data para acompanhar melhor questões como fornecimento, demanda e emissões.

O Alibaba tem aproveitado sua boa posição com o governo para criar acordos de computação em nuvem com vários órgãos do governo ou controlados pelo Estado.

– Ao ajudar a Sinopec com tecnologias de digitalização e big data, esperamos poder ter um papel em ajudar a concretizar soluções mais verdes e novas oportunidades de negócios – disse Allen Zhang, diretor do negócio de computação em nuvem do Alibaba – Aliyun – em comunicado por email.

As duas companhias também estão explorando cooperação em áreas incluindo a chamada “Internet das Coisas”, veículos em rede, finanças e pagamentos online, comércio eletrônico, entre outros.

CEO da Nokia

A finlandesa Nokia defendeu nesta sexta-feira seu compromisso de proteger empregos na França após sua planejada aquisição da Alcatel-Lucent, e sugeriu que futuros cortes de empregos podem ficar concentrados em países para além das duas sedes da empresa.

A Nokia prometeu não cortar empregos na França por dois anos depois da conclusão do acordo, indo além do que a Alcatel já tinha planejado.

– Quando você faz negócios com a França, você quer ter certeza de que o governo endossa seu acordo, entende a lógica estratégica – disse o presidente-executivo Rajeev Suri, em coletiva de imprensa.

– Não há nada de extraordinário no compromisso com a França. Na verdade, faz todo sentido em termos de negócios.

Suri acrescentou que a aquisição eventualmente levará a cortes de empregos. Ele não quis elaborar sobre o impacto em diferentes países, mas elogiou as operações finlandesas de pesquisa e desenvolvimento da Nokia.

O presidente do Conselho da Nokia, Risto Siilasmaa, disse também que a companhia combinada precisa ser competitiva em todos os países onde opera.