“A hora mais escura” não promove a tortura, diz executivo da Sony Pictures

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Publicado sábado, 12 de janeiro de 2013 as 13:17, por: cdb

O executivo da Sony Pictures Amy Pascal criticou que um membro da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas, que acusou A hora mais escura, sobre a caçada a Osama bin Laden, de promover a tortura e pediu que os membros da Academia para não votar a favor do filme na corrida pelo Oscar.

A hora mais escura
“A hora mais escura” ganhou cinco indicações ao Oscar, incluindo uma indicação para melhor filme

Em um comunicado com palavras fortes, Pascal disse que a “tentativa de censurar um dos grandes filmes do nosso tempo deve ser combatida.”

– Estamos indignados que qualquer membro da Academia usar seu status como uma plataforma para promover sua própria agenda política – disse Pascal, que é co-presidente da Sony Pictures Entertainment e presidente da Columbia TriStar Motion Picture Group.

– Este filme deveria ser julgado livre de partidarismo – disse ela, acrescentando que o filme “não defende a tortura.”

Os comentários de Pascal vieram em resposta à posição de David Clennon, membro da Academia, contra a tortura de suspeitos de terrorismo.

– Eu acredito que o filme claramente promove uma tolerância para a tortura – disse Clennon em entrevista a uma TV, acrescentando: “Eu espero que meus colegas da Academia considerem a moralidade de cada candidato.”

A Academia recusou a comentar sobre as afirmações do Clennon.

A hora mais escura ganhou cinco indicações ao Oscar, incluindo uma indicação para melhor filme, apesar de vir sob o ataque em Washington sobre seu material de origem.