Veneziano lamenta descaso do Estado e desafaba: “Vamos comer o pão que o diabo amassou”

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Publicado quinta-feira, 1 de março de 2012 as 10:52, por: cdb

O prefeito Veneziano Vital do Rêgo lamentou na manhã desta quinta-feira, 1º. de março, durante a entrega de uma creche, no bairro da Catingueira, o tratamento que vem sendo dispensado pelo Governo do Estado ao Município de Campina Grande. Segundo ele, o irrisório montante de investimentos do ente estadual em favor da cidade representa “mais uma humilhante agressão de um gestor contra o povo campinense”.

Em seguida, Veneziano lembrou que o povo sempre passa muitos anos de sofrimento toda vez que um governo não atende as suas expectativas, sendo este o caso da Paraíba atual. “Agora, vamos esperar mais alguns anos para corrigir esta falha. Infelizmente, havemos de comer o pão que o diabo amassou”, lamentou o prefeito campinense, destacando que isso vem acontecendo, mas ninguém pode dizer estar sendo vítima da “falta de aviso”.

Para Veneziano Vital, é preciso que o povo abra os olhos, especialmente em períodos pré-eleitorais, como é o caso de 2012. “Precisamos estar em estado de alerta, sobretudo numa época destas, quando aliados do atual governo do Estado passam a visitar os lares campinenses com o intuito de defender bandeiras da inveja e da mentira”.

Neste contexto, Veneziano espera que o povo campinense fique em “estado de alerta” contra os aproveitadores de plantão. Ele identificou estas pessoas com sendo os integrantes do mesmo grupo político que comandou os destinos administrativos da cidade ao longo de duas décadas.

“Eles tiveram todas as condições para fazer pelo bem de Campina, mas não agiram em favor da cidade. Agora, movidos pelo mesquinho e baixo sentimento da inveja procuram o povo para atacar o nosso governo e confundir a opinião pública com falsas promessas”, declarou.

Em seguida, Veneziano disse que o discurso dos seus críticos é vazio, “sem conteúdo e sem profundidade”. O pior, conforme destacou, é a evidente omissão dos que se dizem defensores de Campina Grande, mas não levantam a sua voz em prol da defesa do Município e contra a política de discriminação praticada pelo governo do Estado contra a própria comunidade campinense.