Mídia alemã destaca centésimo gol e lembra sobrenome alemão de Ceni

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Publicado segunda-feira, 28 de março de 2011 as 11:11, por: cdb

Bildunterschrift: Großansicht des Bildes mit der Bildunterschrift:  O goleiro mais perigoso e uma personalidade ‘cult’, diz o site ‘Welt Online’O centésimo gol do goleiro Rogério Ceni, do São Paulo, foi assunto nos sites dos principais jornais e revistas da Alemanha nesta segunda-feira (28/03).

Além do recorde internacional, a maioria das matérias destaca que o gol foi marcado num clássico contra “o arquirrival Corinthians” e lembra que o jogador tem também um sobrenome alemão, Rogério “Mücke” Ceni.

O Welt Online escreve que Ceni é o goleiro mais perigoso do mundo na hora de fazer gols. Numa longa matéria, o site do jornal relata a carreira do são-paulino desde o início, diz que ele foi eleito três vezes o melhor goleiro do Brasil e afirma que ele é uma personalidade cult no país.

O jornal pergunta por que Ceni não se contenta em impedir gols e quer também marcá-los. “Porque eu queria acabar com o preconceito de que goleiros não sabem usar os pés”, é a resposta de Ceni que o Welt Online apresenta.

“Recorde maluco”

Bildunterschrift: Großansicht des Bildes mit der Bildunterschrift:  Recorde maluco, diz o ‘Bild’Com a chamada “Recorde maluco”, o site do diário popular Bild, maior jornal da Alemanha, destaca o feito de Ceni. “Com este gol, ele se tornou imortal!”, escreve o Bild.

“Justamente no clássico contra o arquirrival Corinthians, o goleiro do São Paulo Rogério Ceni (38 anos) quebrou a mágica barreira dos cem gols”, diz a matéria.

Também o Süddeutsche Zeitung, de Munique, destaca o assunto no seu site com a matéria “Gol de número 100”.

Além de descrever o gol, a matéria também conta a trajetória de Ceni e lembra que ele está no São Paulo desde 1992.

O jornal também lembra algumas oportunidades em que Ceni se deu mal cobrando faltas e pênaltis. Entre elas está o gol do lateral Branco, do Fluminense, que chutou do meio do campo, após o reinício da partida, enquanto Ceni ainda comemorava com os companheiros, escreve o Süddeutsche.

Autor: Alexandre Schossler
Revisão: Carlos Albuquerque