Lula, de novo, se diz predestinado

Arquivado em: Arquivo-CdB
Publicado sexta-feira, 2 de junho de 2006 as 18:13, por: cdb

Frase do dia

“Eu tenho uma predestinação para fazer com que os pobres deste país deixem de ser mais pobres”, Lula, ao discursar nesta quinta-feira no Amazonas, onde, fantasiado de petroleiro, ajudou a que fosse dado um pingo na solda de um oleoduto. Menos, Lula, menos. Parece que a perspectiva de ficar mais quatro anos no Planalto está deixando o presidente cada vez mais deslumbrado. 

 

Vivendo e aprendendo

Eu já tinha visto inaugurações de obras inacabadas. Nesta campanha eleitoral mesmo, Lula já fez isso. Mas, agora, se superou: inaugurou um pingo de solda… para simbolizar um início das obras. E de um gasoduto – o Urucu-Manaus – que já tinha visitado! É por essas e outras que se diz que o diabo é sabido não por ser diabo, mas por ser velho. A gente vai vivendo e vai aprendendo. Todo dia tem uma novidade.

 

Conta de chegar

Para atingir o mínimo obrigatório em investimentos com saúde no ano passado, o governo federal contabilizou como tal os gastos com o programa Bolsa Família. Caso isso não fosse feito, não teria sido alcançado esse limite mínimo legal. Se da conta for retirado o gasto com o Bolsa Família, faltariam R$ 725,6 milhões para se atingir o mínimo. Mas não foi Lula que disse há pouco tempo que “em matéria de saúde pública estamos próximos da perfeição”? Então, para que mais recursos?.

 

Chapa do PSOL no Rio

Como conseqüência das negociações para o acordo com PSTU e PCB no apoio à candidatura de Heloísa Helena, esses dois partidos lançarão candidatos ao Senado no Rio. O vereador Eliomar Coelho, do PSOL, que disputaria o Senado, será candidato a vice-governador na chapa encabeçada por Milton Temer.

 

Jogador não pode sair em noite de folga?

Os jornais estão fazendo uma tempestade em copo d’água com a história de alguns jogadores da seleção brasileira tomaram umas cervejas num bar da cidadezinha suíça em que estão treinando, em uma noite de folga, depois de um jogo amistoso. Francamente, que mal há nisso? Como dizia João Saldanha: “Se concentração ganhasse