Hospital Getúlio Vargas será vistoriado pela Emop

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Publicado sexta-feira, 12 de janeiro de 2007 as 11:03, por: cdb

O diretor de Planejamento e Projetos da Emop (Empresa de Obras Públicas do Estado do Rio de Janeiro), Altamirando Moraes, engenheiros do órgão e representantes da Secretaria Estadual de Saúde realizarão uma vistoria, nesta sexta-feira no Hospital Getúlio Vargas, no subúrbio da Penha.

Eles farão adaptações no projeto básico de reforma da unidade visando à humanização da porta de entrada. A medida é essencial para acabar com o que o governador Sérgio Cabral classificou de “banalização do mau atendimento”. Atualmente, é comum a existência de grades nas entradas de emergência e vigilantes orientando o acesso de doentes para o atendimento.

Durante a vistoria, os engenheiros verificarão também quais são as obras necessárias para a correção de problemas de infra-estrutura. Foi finalizada uma planta contendo estudos de adaptações ao projeto básico de reforma no Hospital Getúlio Vargas, visando à humanização da porta de entrada da unidade.

A inspeção desta sexta-feira fará a apreciação de um número maior de modificações, sem que a movimentação prejudique os atendimentos no hospital. O estudo é baseado nas recomendações feitas pela Secretaria de Saúde, de humanização do sistema obedecendo à priorização do risco.

Segundo a chefe de gabinete da Secretaria Estadual de Saúde, Fabiani Gil,  a porta de entrada é a estrutura física ajudando o processo de trabalho. Não é somente a fachada dos hospitais, mas o acesso a cada bloco e especialidades de um hospital, explicou.

O presidente da EMOP, Ícaro Moreno Jr. e autoridades da área de saúde explicarão à imprensa detalhes do projeto, centrado na chegada e acolhimento dos doentes.

Algumas informações já foram adiantadas: serão retiradas as grades; vigilantes deixarão de ser os responsáveis pela recepção; os acessos de entrada serão todos climatizados (ar condicionado); haverá a separação de unidades de emergência infantil e para adultos, com elevadores exclusivos para cada setor (antes não havia nem elevadores para macas, que seguiam por rampas). A acessibilidade mudará radicalmente.