Governo do Rio pagará terceira parcela do 13º de 2002 na sexta

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Publicado segunda-feira, 27 de outubro de 2003 as 10:57, por: cdb

O governo do estado do Rio de Janeiro paga na próxima sexta-feira, dia 31, a terceira parcela do 13º salário de 2002. A folha bruta dessa parcela, que toma por base a folha de dezembro de 2002, soma cerca de R$ 103,7 milhões e abrange 305.421 servidores ativos e inativos da administração direta e indireta, mais pensionistas.

A quarta parcela estará depositada no dia 28 de novembro e a quinta e última estará nas contas no dia 18 de dezembro. Nessas mesmas datas será depositado integramente o 13º salário de 2003: na primeira data para quem recebe de R$ 501 a R$ 950 e na segunda para quem ganha acima de R$ 950. Os que ganham até R$ 500 já receberam integralmente os abonos dos dois anos.

A folha salarial de outubro já foi processada e os pagamentos serão no dia 5 de novembro (quarta-feira) para quem ganha até R$ 500; dia 10 (segunda-feira) para quem ganha até R$ 950; e 14(sexta-feira) para a faixa acima de R$ 950.

A governadora Rosinha Garotinho está pagando 15 folhas salariais com apenas 12 meses de arrecadação. A governadora assumiu a administração do estado com apenas R$ 20 milhões em caixa para pagar obrigações que deveriam ter sido cumpridas pelo governo anterior, como o 13º de 2002 de 434.731 servidores, cuja quitação teria de ter sido feita em 20 de dezembro do ano passado, conforme prevê a Lei 4.749.

Além disto, recebeu o governo sem o devido provisionamento, pela administração antecessora, para o pagamento da folha salarial referente ao mês de dezembro de 2002, superior a R$ 600 milhões, sem contar a folha de férias também de dezembro.

Rosinha ainda teve que arcar com o pagamento das férias coletivas de janeiro dos professores, também sem nenhum provisionamento deixado pela administração anterior.

O governo vem trabalhando com muito esforço para viabilizar o pagamento integral do abono natalino de 2002. Rosinha sempre esteve à frente, pessoalmente, de todos os processos de negociação com o governo federal, que não liberou recursos apesar das várias alternativas apresentadas.