Gerência

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Publicado quinta-feira, 29 de maio de 2003 as 09:38, por: cdb

O Conselho Consultivo e de Acompanhamento do Fundo de Combate e Erradicação da Pobreza é o órgão responsável pela gerência das doações em dinheiro para o Fome Zero. A composição do Fundo é integrada pelo Ministério Extraordinário de Segurança Alimentar (MESA), os secretários-executivos dos ministérios do Planejamento, da Educação, da Saúde, do Desenvolvimento Agrário, da Integração Nacional e da Promoção Social, além do secretário Especial dos Direitos Humanos. Representando a sociedade civil, encontramos os seguintes Conselhos Nacionais: de Assistência Social, dos Direitos das Crianças, de Educação, de Defesa dos Direitos da Pessoa Humana, de Saúde e de Segurança Alimentar.

Doação monitorada

O Banco do Brasil implantou um sistema onde as doações para o programa Fome Zero podem ser acompanhadas. O Gerenciador de Recursos Sociais também permite um mapeamento das regiões com os maiores índices de miséria e de exclusão social. O doador, através de uma senha, passa a acompanhar a recepção, gestão e distribuição do que foi doado, garantindo-se mais transparência para o Programa.

Consea RS

O governador do Rio Grande do Sul, Germano Rigotto (foto) e o ministro Extraordinário de Segurança Alimentar, José Graziano (foto), instalaram nesta quarta-feira o Conselho Estadual de Segurança Alimentar. Da agenda do ministro também constou visita ao restaurante Prato Popular. No local são servidos, em média, 300 refeições/dia por R$ 1,00.

+ Rio Grande

A distribuição de cestas básicas para três mil famílias de trabalhadores rurais e para remanescentes de quilombos em Gravataí, em Cambará do Sul e Porto Alegre – comunidades identificadas pela Fundação Palmares – são ações que o Fome Zero começou a desenvolver no Rio Grande do Sul. O MESA bancou a compra das cestas.

Ministério Público

Na apresentação do Fome Zero ao Ministério Público Federal, o ministro José Graziano afirmou que o Programa depende de três pilares: “o primeiro diz respeito à natureza constitucional que sustenta o Fome Zero, que é o direito à alimentação; o segundo é a articulação de ações estruturantes que permitam às famílias, com o fruto do trabalho, a alimentação necessária; e o terceiro pilar representa a gestão participativa que inclui a sociedade civil”.