Filme com Meg Ryan tem cenas picantes

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Publicado quinta-feira, 9 de outubro de 2003 as 13:29, por: cdb
Atualizado em 28/10/18 23:08

Meg sacudiu o Festival de Cannes com as cenas tórridas de “Em Carne Viva”, um filme policial com cenas de sexo explicito.

 

Por Redação, com agências internacionais – de Cannes, França

Aos 41 anos, Meg Ryan resolveu dar uma guinada em sua carreira. Deixou de lado os papeis suaves de namoradinha da América para representar um papel ousado, que recebe sexo oral, além de se revelar nua pela primeira vez em sua carreira. Tudo isso é “Em Carne Viva” (“In The Cut”), filme da Jane Campion que chega aos cinemas brasileiros no final de novembro, trazendo consigo muita polêmica.

Meg Ryan foi ousada em sua nova produção
Meg Ryan foi ousada em sua nova produção

Meg sacudiu o Festival de Cannes com as cenas tórridas de “Em Carne Viva”, um filme policial com cenas de sexo explicito. Isso mesmo, sexo explicito. Não trecho inicial da fita, o personagem de Meg na trama, Frannie, assiste, sem ser vista, um homem receber sexo oral de uma mulher. Na versão européia, tanto o pênis quanto a boca desta mulher podem ser vistos com nitidez. Já, nos Estados Unidos, este trecho foi sugestionado.

Segundo a Columbia Tristar, que distribuirá o filme no país, o Brasil assistirá a versão européia.

Mitologia

Mas não é só isso. Frannie ainda irá para cama com o detetive Malloy, interpretado por Mark Ruffalo. Meg e Rufallo aparecem nus em uma longa cena de amor que culmina, novamente, em sexo oral, desta vez, ao inverso. É a mulher quem recebe o prazer. Se fosse uma atriz novata, provavelmente o caso teria uma repercussão menor. Porém, estamos falando de Meg Ryan, uma atriz cuja carreira sempre privilegiou papeis suaves.

Baseado em um romance homônimo de Susanna Moore, Em “Em Carne Viva” promete causar, ainda, muita polêmica. Para a diretora Jane Campion, vencedora do Oscar com “O Piano”, “Em Carne Viva” é uma história moderna de amor e, também, uma história de mistério.

– “Em Carne Viva” explora a mitologia contemporânea do amor e do sexo e o esforço de se unir a outra pessoa, e faz isso em meio a todo o caos e energia da cidade moderna – diz a diretora.

Por sua vez, Laurie Parker, produtora do filme, defende a obra. “Eu vejo isso mais como franco do que verdadeiramente explícito,” afirma.

Em Cannes, Meg contou que não ficou com muita vontade de fazer as cenas, mas que confiou na diretora, ressaltando que as passagens de sexo ficaram realmente boas, “honestas”. A atriz destacou que adorou as cenas de sexo porque elas continham muito diálogo. Resta saber se, na hora do sexo explicito, o público vai realmente prestar atenção nas conversas e nas legendas.