Dia da independência será marcado por desfiles e protestos pelo país

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Publicado terça-feira, 6 de setembro de 2011 as 16:05, por: cdb

Dia da independência será marcado por desfiles e protestos pelo país

Parada militar com apresentação da Esquadrilha da Fumaça em Brasília e Grito dos Excluídos em diversas cidades contrastam neste 7 de setembro

Por: Raoni Scandiuzzi, Rede Brasil Atual

Publicado em 06/09/2011, 18:19

Última atualização às 18:19

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Mais de 35 mil pessoas são esperadas para os desfiles comemorativos do 7 de setembro, em Brasília (Foto: Marcello Casal Jr. / ABr)

São Paulo – O data em que se comemora a independência do Brasil – 7 de setembro – será marcada, neste ano, por desfiles, paradas militares e protestos nas capitais do país. Enquanto em Brasília ocorrem celebrações com apresentações das forças armadas e da Esquadrilha da Fumaça, o Grito dos Excluídos irá reivindicar, nas capitais brasileiras, ações públicas contra remoções forçadas por obras da Copa do Mundo de 2014, contra as drogas, pela reforma política, entre outros temas.

Na capital federal, a estimativa é de que 35 mil pessoas compareçam para assistir ao desfile militar, formado por aproximadamente 1,2 mil oficiais, na Esplanada dos Ministérios. A atração está marcada para começar às 9h e deve prosseguir até às 10h30. Uma arquibancada coberta foi montada ao longo da Esplanada para o público.

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Depois do desfile, a comemoração continuará com apresentações culturais de grupos locais e brincadeiras para crianças em tendas montadas na Esplanada. A presidenta Dilma Rousseff, acompanhada de ministros e convidados, e o governador do DF, Agnelo Queiroz, vão assistir ao desfile da tribuna de autoridades. Os nadadores César Cielo e Ana Marcela Cunha também participarão das atividades.

Protesto

Enquanto uns comemoram a data, outros a utilizam para reivindicar. O coordenador nacional do Grito dos Excluídos, Ari Alberti, explica como será o movimento é aberto, não vai se reger apenas pela pauta principal. “Vamos pulverizar as atividades”, afirmou.

Para 2011, a organização da atividade teve o cuidado de tentar aproximar as manifestações das periferias. “Na periferia é possível construir o ato junto com as pessoas, que se sentem atraídas e se sentem protagonistas das atividades. O grito ajuda a levar formação e informação para essas pessoas”, complementou Alberti.

Aproveitando o ensejo, alguns manifestantes de Brasília promoverão um protesto para tentar trazer a abertura da Copa do Mundo, em 2014, para a Capital Federal. Um dia antes, nesta terça-feira (6), um grupo de 200 pessoas já fizeram um ato prévio cobrando a honraria.

Com informações Agência Brasil