Brasil goleia Nova Zelândia e parte feliz para a Alemanha

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Publicado domingo, 4 de junho de 2006 as 21:12, por: cdb

A Seleção Brasileira enfrentou neste domingo, no Estádio de Genebra, a Nova Zelândia e venceu por 4 a 0. Gols de Ronaldo, Adriano, Kaká e Juninho Pernambucano. O Brasil jogou com Dida, Cafu (Cicinho), Lúcio, Juan e Roberto Carlos (Gilberto); Emerson (Gilberto Silva), Zé Roberto (Juninho Pernambucano), Kaká e Ronaldinho Gaúcho (Ricardinho); Adriano e Ronaldo (Robinho). Ronaldo abriu o placar em uma bela jogada de Kaká pela direita, que cruzou rasteiro para o atacante marcar, aos 42 minutos do primeiro tempo.

No início do segundo tempo, aos 5 minutos, Adriano recebeu bola na entrada da área, dominou e chutou forte de esquerda. 2 a 0 para o Brasil. Kaká fez o terceiro, aos 40 minutos, numa excelente arrancada pela esquerda, deslocou o goleiro e bateu rasteiro. O último gol foi de Juninho Pernambucano, aos 47 minutos, o jogador do Lyon recebeu um passe na entrada da área e bateu com categoria na saída do goleiro.

A Seleção fez seu último jogo antes da estréia na Copa do Mundo, contra a Croácia, no dia 13 de junho, em Berlim.

A reapresentação dos jogadores da Seleção Brasileira da folga desta segunda-feira, anteriormente marcada para as 19h30, passou para as 22h no Kempinski Hotel Falkenstein, em Konigstein.

Parreira gostou

O treinador Carlos Alberto Parreira destacou um fator positivo no amistoso contra a Nova Zelândia, independentemente da vitória construída pelo placar de 4 a 0.

– O importante foi constatar, mais uma vez, que a Seleção Brasileira possui várias alternativas de ataque. Tanto que o placar poderia ter sido maior já que houve muitas oportunidades para marcar.

Apesar do exagerado sistema defensivo do adversário, Parreira cita as chances de gol com Cafu, duas vezes, Kaká, Ronaldo e ainda as grandes defesas do goleiro adversário.

Outra constatação que deixou contente o treinador foram as alternativas de qualidade que a Seleção Brasileira possui entre os jogadores que ficam no banco.

– Você pode fazer três ou quatro substituições que o ritmo da equipe não cai – disse parreira após a entrevista coletiva no centro de imprensa, com a participação de mais de 300 jornalistas de todo o mundo.