Brasil estréia com vitória na 2ª fase

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Publicado quarta-feira, 8 de novembro de 2006 as 10:34, por: cdb

A seleção brasileira feminina de vôlei estreou bem na segunda fase do Campeonato Mundial, vencendo o Azerbaijão por 3 sets a 0 (25/19, 25/21 e 25/23), em Osaka, nesta quarta-feira.

Com a vitória, o Brasil conquistou sua sexta vitória seguida no torneio e alcança a marca de quatro triunfos na segunda fase, já que levou três conquistas da 1ª fase. Junto a Sérvia e Montenegro e Rússia, as três as únicas seleções invictas no torneio.

Para o Azerbaijão, a derrota representa praticamente a perda de todas as chances de se classificar para as semifinais.

As adversárias não facilitaram o jogo do Brasil. Como previu Zé Roberto, Natalya Mammadova foi a jogadora que mais deu trabalho, com um ataque preciso que levou o Azerbaijão a lutar ponto a ponto até os instantes finais de cada set.

Mas a qualidade individual de algumas jogadoras brasileiras, como Jaqueline (17 pontos) e Sheilla (15 pontos), acabou dando a vitória ao Brasil.

A seleção brasileira sofreu mais no terceiro set. As adversárias conseguiram impor pressão sobre o Brasil e chegaram a ficar à frente no placar (16 a 14).

– Perdemos um pouquinho a concentração e a harmonia –  explicou Zé Roberto ao fim da partida.

As seleções se igualaram no placar duas vezes (20/20 e 23/23), mas dois erros de Mammadova, um no saque e outro para fora, deram a vitória ao Brasil (23/25).

A seleção lidera, ao lado da Rússia, o Grupo F do Mundial com oito pontos.

O Brasil volta à quadra para enfrentar a China, na quinta-feira, às 5h (de Brasília).

Zé Roberto adiantou que será um duelo muito difícil pela rapidez e experiência das asiáticas, campeãs olímpicas em Atenas 2004.

– Sempre é muito difícil enfrentar a China, porque joga com muito dinamismo. Tem uma boa levantadora e são as campeãs olímpicas. Além disso, tem uma boa defesa. Temos de estar bem no saque, bloqueio e defesa. Elas exploram muito a posição dois, por onde jogam e definem muitas bolas. Contra-atacam com velocidade. Será difícil – insistiu.