Boletim Semanal da Dengue

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Publicado terça-feira, 7 de fevereiro de 2012 as 16:29, por: cdb

Boletim Semanal da Dengue

07/02/2012

O relatório desta semana mostra a atualização do número de casos em 2012, até a semana 05 (29/01 a 04/02). O acumulado deste ano é de 2.625 casos de dengue, até 04/02.

 

O boletim apresenta ainda as próximas ações, tendo em vista o Carnaval 2012, como as inspeções no Sambódromo e imóveis do entorno.

 

Em anexo, o documento desta terça-feira, com mais informações dos assuntos acima.

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Boletim Semanal da Dengue

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Publicado terça-feira, 31 de janeiro de 2012 as 17:21, por: cdb

Boletim Semanal da Dengue

Relatório desta semana apresenta informações sobre a 9ª Caminhada de Mobilização, que acontece nesta sexta-feira

31/01/2012

O relatório desta semana mostra a atualização do número de casos em 2012, até a semana 04 (16 a 28/01/2012), além de informações dos primeiros registros de dengue tipo 4 identificados na cidade. O acumulado deste ano é de 1.234 casos de dengue, até 28/01.

 

O boletim apresenta ainda a 9ª Caminhada de Mobilização contra a Dengue, que acontece na sexta, dia 03. Grupos sairão de todas as unidades de saúde da cidade, e profissionais vão participar da ação para orientar os participantes sobre a identificação de possíveis focos do mosquito transmissor da doença. O objetivo é incentivar a população e instituições a adotarem a atenção ao Aedes aegypti dentro de sua rotina.

 

Em anexo, o documento desta terça-feira, 31 de janeiro, com mais informações dos assuntos acima.

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Boletim Semanal da Dengue

Arquivado em: Arquivo-CdB
Publicado terça-feira, 24 de janeiro de 2012 as 17:12, por: cdb

Boletim Semanal da Dengue

Relatório desta semana apresenta novo índice de infestação da dengue e anuncia mais um polo de hidratação 24 horas

24/01/2012

O relatório desta semana mostra a atualização do número de casos de 2011 e de 2012, até a semana 03 (09 a 21/01/2012). O acumulado deste ano é de 532 casos, até 21/01. O boletim traz ainda as informações sobre o Levantamento de Índice Rápido do Aedes aegypti (LIRAa), realizado na primeira semana de janeiro.

 

Em anexo, o documento desta terça-feira, dia 24, com mais informações dos assuntos acima.

 

O boletim também está disponível no site da Secretaria Municipal de Saúde e Defesa Civil (www.rio.rj.gov.br/web/smsdc) e no Twitter (twitter.com/smsdc_rio).

 

SOBRE O LIRAa:

Índice de infestação do Aedes aegypti aponta que maioria dos focos encontra-se dentro dos domicílios.

 

A Secretaria Municipal de Saúde e Defesa Civil (SMSDC) realizou, no período de 01 a 07 de janeiro, o primeiro índice de infestação do mosquito transmissor da dengue (LIRAa – Levantamento de Índice Rápido do Aedes aegypti) deste ano, que aponta a média de 2,3% de presença de focos em toda a cidade.

 

Este foi o menor índice de infestação predial registrado por meio do LIRAa, comparando levantamentos realizados nos mesmos períodos em anos anteriores (janeiro). A última taxa registrada na cidade foi de 2,0%, em outubro. O resultado deste mês indica que a cada 1.000 imóveis vistoriados pelos agentes de saúde, em 23 foram encontrados focos do mosquito transmissor da dengue.

 

A região que apresentou o maior índice de infestação da cidade foi a área da Penha, Ilha do Governador, Ramos e adjacências, que corresponde a Área de Planejamento (AP) 3.1, com 3,2%. Em seguida, com 3,1% de infestação está a área do Grande Méier, Del Castilho e adjacência (AP 3.2). As APs 5.3 (Santa Cruz, Paciência, adjacências) e 5.1 (Realengo, Bangu e adjacências) registraram os menores índices de infestação, com 1,1% e 1,5%, respectivamente, ficando próximo ao índice recomendado pela Organização Mundial de Saúde (OMS), que é de 1%.

 

O levantamento apontou também que aumentou o número de depósitos móveis encontrados em relação ao último levantamento. Locais como vasos / frascos com água, pratos, garrafas, recipientes de degelo, bebedouros em geral, fontes ornamentais, materiais em depósitos de construção e objetos religiosos são os principais objetos onde são encontrados focos do mosquito, com 26,4% das ocorrências.

 

Em seguida, com 24,9%, aparecem os depósitos fixos, como calhas, tanques, lajes e toldos em desníveis, ralos, piscinas não tratadas e cacos de vidro em muros, entre outros, que anteriormente eram os locais mais comuns. Os dados apontam que os dois principais tipos de depósitos encontrados na cidade são intradomiciliares, reforçando a importância da participação popular no combate à dengue, vistoriando sua própria residência.

 

A metodologia do LIRAa divide os municípios em grupos de 9 mil a 12 mil imóveis com características semelhantes. Em cada grupo, também chamado estrato, são pesquisados 450 imóveis. Pela primeira vez, todos os estratos da cidade foram vistoriados de forma integral pelos agentes para a elaboração do LIRAa.

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