Apresentação do Observatório Nacional “Criança não é de rua” é realizada no Auditório da SEMAS

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Publicado terça-feira, 28 de fevereiro de 2012 as 15:21, por: cdb

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Na manhã de hoje, 28, foi a vez de Florianópolis receber no Auditório da SEMAS a apresentação do Observatório Nacional “Criança não é de rua”. Representantes do Ministério Público, Conselho tutelar, Conselho Municipal dos Direitos da Criança e Adolescentes, Fórum dos Direitos da Criança e Adolescentes, Semas e SERTE, presentes na apresentação, se responsabilizaram em participar deste diagnóstico nacional sobre a situação de rua de crianças e adolescentes de Florianópolis, alimentando –o com os dados municipais.

 

O Comitê Nacional Criança Não é de Rua, é uma organização não governamental que tem por objetivo promover o diálogo nacional sobre ações que viabilizem para cada criança e adolescente em situação de moradia nas ruas a construção de uma alternativa real à vida nas ruas. Pensando nesta temática, criou a Campanha Nacional de Enfrentamento à Situação de Moradia nas Ruas de Crianças e Adolescentes – Criança Não É de Rua.

 

Uma campanha de mobilização que incentiva o diálogo sobre a importância da aproximação feita pelos educadores sociais na rua, da convivência familiar e comunitária, dos espaços de acolhimento institucional governamentais e não governamentais, além das políticas públicas, financiamento governamental, e tecnologias sociais que envolvem as crianças e os adolescentes em situação de moradia nas ruas.

 

Durante os meses de fevereiro e março o secretário executivo nacional da Campanha Nacional “Criança não é de rua”, Manoel Torquato, visitará todas as capitais do Brasil para fazer a apresentação do Observatório Nacional Criança não é de rua. Trata-se de um banco de dados que objetiva construir um diagnóstico nacional sobre a situação de rua das crianças e adolescentes brasileiros, possibilitando a elaboração de programas específicos para assegurar-lhes os direitos.

 

“Esperamos que em dezembro, prazo para o término da pesquisa, possamos ter um diagnóstico nacional que possibilitará a elaboração de programas e políticas públicas mais específicas a fim de assegurar os direito dessas crianças e adolescentes”, afirma Maria Aparecida Nunes, diretora de Mobilização Comunitária da Secretaria Municipal de Assistência Social. 

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