2 a 1: Vasco bate o Paysandu em Belém

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Publicado quarta-feira, 5 de novembro de 2003 as 23:56, por: cdb

O Vasco deu um passo importante na sua luta para afastar o fantasma do rebaixamento no Campeonato Brasileiro, ao vencer o Paysandu, nesta quarta-feira à noite, por 2 a 1, no Mangueirão.

O time vascaíno quebrou um jejum de oito jogos sem vitória, enquanto os paraenses jogaram muito mal. Com o resultado, os cariocas alcançaram 49 pontos. Já o Paysandu permanece com 45.

O primeiro tempo começou equilibrado com as equipes se esforçando para abrir o marcador. Mas a deficiência dos atacantes não colaborava para o surgimento do primeiro gol.

Numa boa jogada individual, o meia Magnum só não marcou porque a zaga do Vasco impediu sua conclusão na última hora.

Aos 28 minutos, a equipe carioca conseguiu o gol. O volante Rodrigo Souto tocou para Morais, que foi derrubado dentro da área. O juiz Wilson Luis Seneme assinalou pênalti. O atacante Valdir cobrou, inaugurando o placar.

O Paysandu respondeu com Luís Fernando em cobrança de falta. A bola passou por cima da trave. Mas o Vasco continuou em busca do segundo gol. E Vitor Boleta só não ampliou porque o goleiro Carlos Germano salvou.

No segundo tempo, o Paysandu aproveitou o apoio da torcida e partiu em busca do empate. Mas teve seu ímpeto diminuído logo aos 7 minutos.

Isto porque o zagueiro André Dias e o lateral-direito Rodrigo, que havia acabado de entrar na partida, discutiram asperamente e se agrediram. O árbitro, então, expulsou os dois.

Com apenas nove jogadores em campo, o Paysandu recuou e o Vasco aproveitou a sua superioridade numérica. Aos 17, Vítor Boleta cruzou da esquerda e Anderson, de cabeça, ampliou para os vascaínos. O mesmo Vítor Boleta quase marcou o terceiro gol carioca, mas Carlos Germano fez uma linda defesa.

Quando tudo caminhava para uma vitória fácil do Vasco, o zagueiro Fabiano foi expulso aos 35 minutos. No ataque seguinte do Paysandu, aos 36, o meia Danilo cometeu pênalti. Sandro cobrou e descontou.

Com o gol, o time paraense passou a pressionar, tentando o empate, mas não obteve êxito. Vélber chegou a chutar uma bola na trave.